Você recebeu alta do auxílio-doença, mas ficou com uma limitação permanente — e o INSS simplesmente ⚠ ignorou seu direito ao Auxílio-Acidente. Isso acontece todos os dias em Piracicaba e em todo o Brasil. O B94 não é favor — é benefício vitalício garantido em lei. E com retroativos de até 5 anos.
Você passou semanas ou meses afastado, fez tratamento, se esforçou para se recuperar — mas chegou no ponto onde o médico do INSS disse “está bom, pode trabalhar” e encerrou seu auxílio-doença.
O problema é que você sabe que não é a mesma pessoa de antes do acidente. Aquela dor persistente no ombro, a limitação no joelho, a perda de força na mão — isso é sequela. E sequela permanente gera direito ao Auxílio-Acidente (B94), vitalício e acumulável com o salário.
Essa é a realidade que poucos trabalhadores conhecem: o Auxílio-Acidente não é concedido automaticamente. Você precisa requerer, fundamentar com laudos médicos e, muitas vezes, recorrer administrativamente ou judicialmente para garantir o direito.
Pouquíssimos trabalhadores são informados do B94 pelos próprios atendentes do INSS. O órgão não tem obrigação de te orientar — você que precisa conhecer e exigir.
O benefício é devido desde a data da consolidação das lesões. Quanto mais você espera, mais retroativos se acumulam — e o prazo prescricional é de 5 anos.
O perito avaliou em minutos se sua sequela “reduz a capacidade laboral”. Esse critério é subjetivo, e a contestação judicial com novo perito reverte a maioria dos casos.
A diferença entre tentar sozinho e ter um especialista ao seu lado pode ser a diferença entre perder e ganhar o B94 — com anos de retroativos inclusos.
O INSS nega ou ignora o Auxílio-Acidente por motivos que, na maioria dos casos, têm contestação jurídica eficaz. Conheça as situações mais comuns e como revertemos cada uma.
O perito do INSS concluiu que sua limitação não reduz a capacidade laboral — mesmo quando claramente reduz. Nova perícia judicial, com perito imparcial, reverte isso na maioria dos casos.
Não reconheceu que a sequela veio do acidente de trabalho. Com laudos médicos adequados e o histórico de CAT, o nexo pode ser comprovado — inclusive retroativamente.
Deu a alta do auxílio-doença sem nem avaliar o B94. Isso é mais comum do que parece — e pode ser requerido a qualquer momento, com cobrança de retroativos.
Sem a Comunicação de Acidente do Trabalho, o INSS alega que não reconhece o acidente. Mas a CAT pode ser emitida pelo próprio trabalhador, médico ou sindicato — e outros documentos também comprovam o nexo.
Doenças como LER, DORT e PAIR são equiparadas a acidente pela Lei 8.213/91 — mas o INSS costuma negar o enquadramento. Isso é amplamente contestável com laudo técnico especializado.
O INSS estabeleceu data de alta antes mesmo de verificar se havia sequela. Isso viola o processo legal e pode ser contestado com pedido de novo exame e reconhecimento do B94.
Avaliamos laudos, histórico de B91 e o que o INSS fez — ou deixou de fazer — após sua alta.
Requeremos o B94 administrativamente ou entramos com recurso, conforme a situação atual.
Quando o INSS nega ou ignora, ingressamos judicialmente com toda a documentação técnica.
Acompanhamos a perícia com novo perito imparcial e apresentamos laudos do médico assistente.
Benefício concedido mensalmente + todos os retroativos corrigidos. Só pagamos quando você ganha.
Essas são as dúvidas mais comuns de quem está nessa situação — e que muitas vezes impedem as pessoas de buscar o direito que já é delas.
O Auxílio-Acidente tem uma peculiaridade que poucos advogados dominam: a fronteira entre sequela que reduz e sequela que não reduz a capacidade laboral é definida por critérios técnicos e jurisprudenciais específicos — e o argumento certo faz toda a diferença no resultado.
Conhecemos a fundo a legislação do art. 86 da Lei 8.213/91, a aplicação do NTEP, a jurisprudência atualizada do STJ e TRF sobre sequela e capacidade reduzida, e os protocolos de perícia do JEF. Em Piracicaba atendemos presencialmente. Em qualquer cidade, online.
Acompanhamos cada etapa da perícia judicial com instrução técnica prévia ao perito, laudos do médico assistente e, quando necessário, assistente técnico para questionar o laudo. Não deixamos a perícia acontecer sem preparação.
Cada mês sem o B94 é um mês que ainda pode ser cobrado retroativamente — até 5 anos. A análise do seu caso é gratuita e a consultoria não gera nenhum compromisso.
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